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Travel experience

Trilha em Huayna Picchu, chegando ao topo do mundo

Mesmo tendo visto milhares de imagens, ouvido relatos de amigos, assistido programas em HD na Nat Geo, nada, nada mesmo pode me preparar para a experiência impactante na chegada na cidade perdida dos Incas – Machu Picchu.

 

Esta é a foto clássica de Machu Picchu, aquela montanha ao fundo é Huayna Picchu, nossa trilha foi subir ao topo desta montanha.

Depois de atravessar o Vale Sagrado, em uma viagem memorável no trem Hiram Bingham que são 4h acompanhando o rio sagrado para os Incas, o Rio Urubamba, viajando por um vale muito verde, cercado de montanhas altíssimas, onde em várias partes do caminho avistamos os caminhantes da trilha inca em suas roupar coloridas.

Já instalados no nosso hotel, o Inkaterra, que se localiza praticamente dentro da espessa mata, bangalôs que dão total privacidade, onde a gente toma banho olhando a floresta e as montanhas.

No dia seguinte de manhã bem cedo partimos nos ônibus que nos levam a entrada do parque da cidadela de Machu Picchu, a idéia é ver o sol nascer do alto de Huayna Picchu.

Éramos estas seis guerreiras dispostas a enfrentar o desafio de conquistar a montanha.

 

Fila para a entrada da trilha, o número de pessoas por dia é de 400, em 2 turnos de 200, evitando aglomerados, pois tem passagens muito estreitas.

Aqui nosso grupo se dividiu, uns iriam fazer a trilha da porta do sol – Inti Punku, por onde os caminhantes da trilha Inca chegam em Machu Picchu. Nossa trilha era montanha acima pelos desfiladeiros que se elevam até Huayna Picchu, aquela montanha que sempre aparece atrás da cidadela de MP nas fotos clássicas do lugar.

Éramos 6 mulheres no nosso grupo, verdadeiras guerreiras, pois a trilha exige um bom preparo físico, pois Huayana Picchu se eleva a uma altura de 2.720 metros, e muitas vezes passamos por degraus muito estreitos beirando os abismos que parecem infinitos vistos lá de cima.

Se você tem intenção de fazer qualquer uma destas trilhas tem que reservar com antecedência, pois eles só liberam um número limitado de pessoas por dia, nosso era o primeiro horário que sai as 7h da manhã.

O caminho se alterna em escadas muito íngremes e corredores estreitos, e salvo alguns momentos, não me senti medo ou insegurança, o segredo é não ter pressa, ir devagar sentindo nossos limites e principalmente sentindo a energia do lugar. Nosso estado era de muita excitação e adrenalina, é impossível não se envolver com a grandiosidade da natureza, com o passado Inca e confesso – não ficar revoltada com os espanhóis que lentamente destruíram e saquearam a civilização Inca.

E começa a subida..

Depois de uma 1/2 hora de subida já podemos ter uma visão da estradinha em zig zag que leva de Aguas Calientes até Machu Picchu

As pessoas que sobem estão todas embuidos do mesmo espírito e o astral reinante é dos melhores, não preciso dizer que Huayna Picchu mais parece a Torre de babel, pois tem gente de todas as partes do mundo, se ouve vários idiomas e  no caminho vamos cruzando com pessoas de todas as idades.

A visão de MP  lá de cima é indescritível. A sensação de chegar ao topo do mundo, de conquistar a montanha é inebriante e única. Paramos por momentos, silenciosas, reverenciando aquele lugar certamente abençoado pelos deuses.

Levamos em torno de 2h para atingir a parte mais alta, você pode fazer mais rápido, até em 1h, mas tomamos nosso tempo, fomos curtindo, fotografando prologando aquele momento especial.

Quando você for subir não esqueça de levar seu passaporte, pois na volta eles carimbam uma figura da montanha com a data, verdadeiro troféu!

Em uma parte perto do topo tivemos que atravessar uma caverna muuuuito estreita!

O carimbo no passaporte para registrar nossa aventura.

Na chegada já na entrada do parque onde fica o Hotel Sanctuary Lodge, abrimos um champanhe, nada mais adequado para comemorar nossa conquista, superação e aventura – altamente recomendável, pois na minha opinião estas são nossas melhores memórias.

 

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